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Já existem tantas filosofias, tantas formas de pensamento já criadas, que realmente me indago se é realmente necessário criar mais.
A fase da idealizacao ja nao é mais necessaria. O que realmente se precisa agora é implantar o que já foi pensado.
Há tantas idéias ótimas concebidas por tantas pessoas. Por que nao dar uma chance a elas ?
Eu acho que tudo fica diferente a partir do momento que você coloca uma idéia em prática. Concretizar um plano é o que faz o plano real. Temos muitas idéias ótimas que poderiam transformar as nossas vidas. Porém, sem que sejam tomadas as ações necessárias, as idéias, por mais brilhantes e revolucionárias que sejam, não mudarão o mundo por si próprias.

O que me espanta é ver que a maioria das pessoas sabe muita coisa. Sabem muito, mas aplicam pouco. Um exemplo simples é que todos sabem que comer muito engorda, e comer pouco subnutre. Mas, ainda assim, algo faz com que as pessoas errem. Todos erramos, apesar de sabermos muito sobre tal assunto. Por que continuamos errando, apesar de sabermos o que devemos fazer ?

Eu diria que é por causa das nossas emoções descontroladas. Comemos demais porque tal comida é saborosa, e queremos sentir aquele sabor pelo máximo de tempo possível; queremos ouvir aquela música porque gostamos da sensação que ela provoca em nós; adoramos fazer sexo, pensar em sexo e fantasiar sobre sexo, porque é uma das melhores sensações que podemos sentir vivos. Ora, todas essas coisas são impressões que nosso organismo capta das coisas que fazemos: comendo, ouvindo, transando. São 3 exemplos de milhares de coisas que apreciamos fazer.

O excesso ocorre porque gostamos demais de algo; a escassez ocorre porque não gostamos de algo, ou até mesmo detestamos. Exemplos incluem fazer alguma tarefa, seja doméstica ou empresarial, que não te agrade. Pagar contas, ir ao médico, visitar pessoas com as quais não tem amizade. Mas, principalmente, nós NÃO gostamos de mudanças.

A zona de conforto é algo característico do ser humano. A preguiça física, mental, emocional de gerarmos uma mudança, é bastante comum. Parece que é uma força que nos empurra pra baixo, que nos convida a ficarmos parados, esperando.

“Para que sair daqui ? Aqui está bom. Deixe-me aqui.”
“Não quero preparar comida, quero encomendar pelo telefone. É mais fácil.”
“Por favor, pegue aquela caneta que está em cima da mesa para mim, não quero sair daqui.”

Enfim… a lista continua. Isso também possui outro nome. Chama-se Lei do Mínimo Esforço.

Pois bem, a LME (como a chamarei para economizar espaço) é algo profundamente enraizado em nós. Muitas vezes lutamos batalhas incríveis contra esse impulso para fazermos algo que é realmente muito necessário. Voltando ao raciocínio inicial, o motivo pelo qual há tantas idéias mas tão poucas tentativas de implantá-las é essa tal Lei. Essa “lei” é uma “pedra no sapato” de muitas boas idéias, de grandes mudanças que trariam muitas melhoras à nossa sociedade.

Fora isso, há também a teimosia característica de cada um. Há uma resistência imensa à novas teorias e formas de pensamento. Teimosia que mais parece uma muralha colocada em volta de cada pessoa. Essa “muralha virtual” é fruto do nosso orgulho próprio, e da nossa tentativa de criar um mundo previsível, imutável, confortável para nós mesmos. Pois internamente, dessa forma, nós não teríamos perigo na vida. Com essas características, não é necessário adaptar-se ao mundo constantemente. Não haverão fatores que requererão ações nossas. Poderemos continuar com nossa vidinha de sempre, nossas coisinhas, nossos brinquedos diários. Mas o mundo não é assim. 😀

Continua…

Voce está em casa. Olhando e-mails. Da uma olhada no orkut também. Dai vê um link interessante, clica nele para ver qual é a do site. Gosta, e continua lendo. Da uma olhada rápida no relógio, vê que ja passou meia hora desde que abriu o e-mail… “tudo bem, ainda da tempo”, pensa… e continua no site…

Volta ao orkut para ver os recados. Vê que aquela pessoa que você queria muito uma resposta te enviou um recado. Você entra no perfil dela… e dai bate o olho mais uma vez no relógio… já passaram mais 45 minutos !!!

“Fala sério, qual o problema desse relógio?”

Aquela sensacao de raiva passa por você, porque você havia feito planos para hoje a noite, queria que desse tempo de fazer tudo o que planejou, mas está cansado demais e o tempo parece escorrer por entre seus dedos, como se fosse areia…

Aí, quando aconteceu isso bem agora, o que fiz foi simplesmente abraçar o escoamento do tempo. Tá passando rápido ? Beleza então. To cansado demais, foi um dia cheio, quer saber ? Vou relaxar. E que se dane o resto. Posso estar errado, mas no momento estou respeitando os limites do meu corpo. Procuro ter um equilíbrio em tudo na vida. Trabalhar demais é ruim. Ficar só ‘coçando’ também é ruim. Procuro o meio-termo, pois aí está o ponto certo para tudo… inclusive para o bendito (ou maldito ?!) ponteiro do relógio que não pára nem desacelera.

Estava conversando com um amigo meu esses dias e tivemos um papo cabeça sobre críticas de filmes, pois estavamos falando do novo Batman – O Cavaleiro das Trevas, e o assunto acabou passando por outros temas. Nas palavras desse meu amigo: “falamos sobre influencias de ideias em uma pessoa e como fazer para manter sua identidade e opiniões”. Profundo, hein? Enfim… achei que era uma boa compartilhar isso com o oceano de fãs que possuo (risos) nesse mundão da InterNerds.

Aí vai:

<Agostinho> critica oficial do cinemaemcena
<Agostinho> http://www.cinemaemcena.com.br/Ficha_filme.aspx?id_critica=7225&id_filme=5077&aba=critica
<Tiago+1> agostinho
<Tiago+1> ce le mta critica, cara
<Agostinho> hehe
<Tiago+1> ce tinha q relaxar com isso um pouco, acho
<Tiago+1> sei la
<Tiago+1> pelo menos eu penso q nada substitui a sua visao
<Tiago+1> ja li criticas metendo o pau em filme q depois q assisti, achei ótimo
<Tiago+1> nao da pra usar como base
<Agostinho> é

Depois de um tempo…

<Tiago+1> pqp
<Tiago+1> q critica ein
<Tiago+1> caralho
<Tiago+1> esse cara sabe dizer as coisas
<Agostinho> foi a maior que eu li desse cara tb
<Tiago+1> ele realmente AMOU o filme
<Tiago+1> em todos os sentidos
<Tiago+1> putz
<Tiago+1> ainda bem q a gente vai no kinoplex
<Tiago+1> heuaheua
<Agostinho> auhauhauhauhauhuha
<Tiago+1> realmente, merece cada centavo
<Agostinho> ué, não era voce quem não se importava com criticas e agora tah falando que ainda bem que vamos no kinoplex so pq leu uma critica boa?
<Agostinho> não entendi,sr Mazza….
<Tiago+1> existe uma diferença
<Tiago+1> entre saber uma opiniao, e tomar essa opiniao pra sio
<Tiago+1> *si
<Tiago+1> e leva-la a serio ou dar peso demais a ela
<Agostinho> sim….
<Tiago+1> é isso q eu kero q vc entenda
<Tiago+1> essa é a minha visao
<Agostinho> mas eu entendo isso
<Tiago+1> pq vc nao kis ver wall-e no cinema ?
<Tiago+1> aposto pq vc leu criticas falando mal
<Agostinho> sei la…pq eu queria ver mais Hulk e Agente 86
<Agostinho> as criticas do Wall-E são boas,cara
<Tiago+1> hmm
<Tiago+1> enfim
<Agostinho> eu sou um cara “de lua” para filmes,isso que voce tem de entender
<Agostinho> por exemplo, Armageddom é um filme que amo de paixão…va ver as criticas sobre esse filme
<Agostinho> mas eu gosto

<Tiago+1> certo
<Tiago+1> q bom
<Tiago+1> eu estava preocupado pq tava achando q vc dava credito demais pra caras metendo o pau em filmes
<Tiago+1> se vc nao da, entao blz
<Tiago+1> e sobre o q vc disse
<Tiago+1> de eu ler a critica e curtir ir ver o filme
<Tiago+1> há criticos E criticos
<Tiago+1> tem criticos q nao tem criterio. Que nao sao imparciais. Que não conseguem por de lado suas proprias emocoes e gostos e razoes pra analizar um filme friamente, do jeito que ele realmente é
<Tiago+1> um critico é quase como um juiz
<Tiago+1> ele tem q ser justo com akilo q ele está falando
<Tiago+1> sobre o q ele esta escrevendo e dizendo
<Tiago+1> e nao é o q se ve por ai
<Tiago+1> a maioria simplesmente se deixa levar
<Tiago+1> se o cara nao gosta do tema do filme, se ele nao gosta de 1 personagem, se ele acha qualquer coisinha ruim, ja mete o pau e regaça co filme.
<Tiago+1> ou o contrario
<Tiago+1> se é do tipo q ele gosta, se tem itens nele q o agradam, entao ele aplaude o filme, apesar de haver erros gritantes ou coisas ridículas.
<Tiago+1> Eu gostei dessa critica pq o cara soube analizar bem o filme, e mesmo ele elogiando muitissimo varios aspectos do filme, ele consegue ver pequenas pontos onde há coisas medianas.
<Tiago+1> É um cara criterioso e bastante imparcial. Claro que não por completo, mesmo pq isso nao é possivel. Sempre colocamos nossa opiniao e emocao naquilo que fazemos. Mas o nivel de imparcialidade que ele consegue chegar é muito bom.
<Tiago+1> enfim, é isso
<Tiago+1> espero q tenha entendido
<Agostinho> eu entendi
<Agostinho> brigadu
<Tiago+1> brigadu ?
<Agostinho> sim, por vossa explicação
<Tiago+1> ah, de nada

Breve pausa para reflexão…

Veremos se essas críticas são realmente justas ou não. Mas tenho certeza de que o filme não decepcionará em nada, não após ver o trabalho feito em Batman Begins, e tudo o que a equipe do filme passou pra fazer esse segundo filme. E só pela atuação de Heath Ledger valerá cada centavo. Não sei ainda, mas tenho a impressão de que será uma das atuações de vilão mais bem caracterizada, complexa e profunda que já vi, só se comparando com Ian McDiarmid como Darth Sidious em Guerra nas Estrelas

É isso. Depois dum papo cabeça desse, só me resta ir ver o filme. Apesar de achar interessante ler uma crítica bem escrita, nada substitui a experiência de assisti-lo.

Sempre entrei muito em contato com a filosofia de diversos autores. Sempre li muitos livros, sempre ouvi conselhos de diversas pessoas acerca dos mais variados assuntos. Mas só absorver e utilizar não basta. Não. É preciso fazer algo mais.

Isso me lembra O Gladiador.

Isso me lembra O Gladiador.

Seguir correntes de pensamento não é algo legal. Pelo menos não sem racionalização pessoal. Eu preciso pensar e decidir se o que estou lendo realmente faz sentido, se devo utilizar isso daqui em diante como sendo uma verdade, se isso realmente será bom para mim, enfim, se trará bons resultados.

Exemplos:

  1. “Não fale com a garota, não ligue pra ela. Agindo assim, ela virá atrás de vc, pq ela vai sentir sua falta.”
  2. “Ligue pra ela, mostre que gosta dela ! Esse é o jeito certo de agir, sempre fazendo o bem.”

Qual conselho seguir ? Nenhum dos dois ? Um pouco de um e um pouco do outro ?

Embora o relacionamento humano seja um dos grandes enigmas do universo, há ainda outros muito debatidos por aí:

  • Houve ou não houve Big Bang ?
  • Há vida extraterrestre ?
  • Jesus existiu ?
  • Há realmente um Deus que a tudo controla ?

Agora, pare. PENSE… e decida. “Pese” bem o que vc já leu, já presenciou, já sentiu, já experimentou. Faça isso com tudo o que você se deparar na vida. Não aceite as coisas de pronto, sem antes pensar bem se faz sentido pra você. Racionalize suas emoções. Emocione sua razão. Nem tudo é o que parece. Nada é simples, mas também, nada é complicado. Ninguém possui todas as respostas, mesmo porque não há como reunir todas as perguntas. Nós nem ao menos sabemos o que perguntar às vezes.

O que quero dizer é que não devemos nos deixar levar por ideologias, por filosofias e racionalizações de outros. Nós podemos e devemos ouvi-las, mas antes de as aceitar como verdade para uso próprio, devemos racionalizar em cima desses pensamentos externos. Somente dai estaremos colocando um pouco de nós mesmos nessas idéias, e estaremos sendo realmente NÓS MESMOS.

Outro ponto importante o qual se deve lembrar é que, assim que você se decide por algo, e tem certeza dessa decisão, não a mude por causa de opinião alheia. Não a mude de jeito nenhum ! Dê valor a si mesmo. Tenha a convicção de estar fazendo o melhor. Não seja volúvel, “maria-vai-com-as-outras”, senão você nunca terá força suficiente para tomar suas próprias decisões e ir até o fim com elas. Não importa se pais ou parentes não gostaram, se amigos vão te encher o saco ou qualquer outra merda desse tipo. Não troque de opinião, pois você é o resultado das suas decisões, e você não tem preço. Como já foi comentado em outro post, é um ser vivo único no Universo, raríssimo e insubstituível.

Sobre a questão do relacionamento; o que importa se vai perder a garota ? Que se dane isso. A vida está aí, explodindo de possibilidades, de mudanças, de pessoas ! Veja o que você realmente quer. Você a quer ? Tem vontade de ir atrás dela ? Vá. Você já está perdendo tempo. O mesmo vale para o contrário. Por que está correndo atrás dela, sendo que ela pouco se importa com você ? Você está se sentindo pior que um cachorro sem dono, ela não te dá valor, não tá nem ai ? Então, cara, cai fora. Ce ta pagando de idiota, ta sofrendo, quer ir embora, mas não quer desistir, não quer encarar a realidade de que ela já era. Não é mais sua.

Aí é que está. Encarar a realidade. Pouquíssimas pessoas tem o peito de fazer isso. De saber o momento de parar, de partir pra outra. Veja bem, não é desistir. É ir até o fim mesmo, ter certeza de que não há mais jeito, e somente daí mudar o caminho. É importante ser decidido, mas é igualmente importante ser flexível.

"Seja como o bambu, que entorta mas não quebra"

"Seja como o bambu, que entorta mas não quebra"

Perceba que “fazer o certo, o correto” depende do ponto de vista, e da situação a ser considerada. Tudo é muito subjetivo e muito particular, pois cada pessoa tem uma visão de vida diferente. Portanto, ao tomar uma decisão verdadeiramente sua, não tema se estiver errado ou certo. Simplesmente siga em frente, até o fim, para verificar os resultados. Pois de outra forma você jamais saberia se estava certo ou não, pois a Estatística não é uma ciência exata, é uma ciência probabilística; quase esotérica, eu diria. Mas isso é papo pra outra hora.

É claro que a liberdade que cada pessoa possui em tomar suas decisões implica na responsabilidade em arcar com as consequencias em praticar essas decisões. Ou seja, liberdade significa responsabilidade. “O que ?! Você esta louco ?!” Não. É isso mesmo. O sentido de responsabilidade, nesse caso, é “comprometimento com a decisão escolhida”. Logo, liberdade e responsabilidade são conceitos completamente ligados.

Hmmm… sinto uma forte influência do Rebelde de Osho nessas minhas linhas. É, realmente gostei do Rebelde. Incrível como às vezes os livros caem como uma luva para a situação em que vivemos. Foi o que aconteceu recentemente.

Estou experimentando a minha verdade, o meu caminho. O que eu quero realmente. E acima de tudo, estou me respeitando como nunca me respeitei antes. Eu sou a pessoa certa, e não há ninguém que precise mais da minha atenção, dos meus cuidados, do meu respeito, do meu amor, do que eu próprio. Por muito tempo pensei nas pessoas, me preocupei com elas, me importei e me restringi por causa delas. Não mais. É hora de uma nova Era. Um novo tempo, uma vida diferente, aspirante, consciente. Consciente das minhas ações, das atitudes e pessoas que me fazem bem ou não, pois o meu objetivo é ser feliz, custe o que custar, e nunca desistirei disso. Nunca !

É isso ae ! De que vale a vida se não entramos em contato com novos conceitos, com novas formas de pensar e de agir ? Musica, Cinema, Livros… eu sou um cara viciado em Cultura. Querem conversar sobre algo bizarro ou diferente ? Querem contar alguma experiencia incrivel que tiveram ? Este singelo ser vivo aqui se interessa por tudo. Fale com ele, não hesite 😉

É vivendo a vida, de corpo e alma é que se aprende, e que faz valer a Energia despendida para você ter sido criado, pra fazer valer Você estar aqui. Então, nada mais enriquecedor que ler, ouvir, assistir historias, contos, arte, poesia, para expandir sua Realidade, seu Universo, sua Verdade ! Let’s Go !

De Sidarta para Silmarillion

Então, terminei de ler Sidarta de Hermann Hesse. Muito bom o livro, escreverei sobre minhas impressões em breve. Já posso adiantar que o livro possui muitas lições de vida, muito aprendizado para quem gosta de ler livros com Mente e Coração abertos… e a Sabedoria Oriental continua a surpreender.

Comecei a ler O Silmarillion de J.R.R. Tolkien. Para variar, muito bem escrito, muito bem “viajado”, digamos assim… uma variação do Gênese Universal bastante interessante, a do autor. Faz até bastante sentido… e o livro promete informar sobre a origem de tudo, todas as coisas que deram origem à história épica de O Senhor dos Anéis, os anéis de poder, Mordor e o próprio Sauron…

1408

Fumos e vortemos do Cine… como fazia tempo que não assistia a um suspense/terrorzinho… fumos ver 1408. E ao contrário do que eu estava pensando, 1408 não é ano. É número de quarto ! É, é muito engraçado né, eu sei ! Pode rir. 😛

Enfim, foi interessante. O começo do filme não tem nada de aterrorizante, tampouco fantástico ou terrível. Mas com certeza quando a coisa esquenta, aí não pára mais. Gostei do filme, achei muito bem roteirizado e atuado, e tem efeitos especiais na medida certa. Medo? Ora, é claro. Esse era o objetivo. Sentir medo durante o filme, enfrentá-lo, dominá-lo e vencê-lo !! hehe… sim, eu sou doido. Ainda não aprendeu ?

Pretendo em breve escrever sobre essa minha faceta… será interessante. Aliás, tenho muitas coisas ainda para mostrar aqui… então sempre terá bastante material para compartilhar com os leitores daqui.

Mas estou fugindo ao Tema. Então, 1408 é um filme muito bem feito. Só um alerta… você terá um certo receio quando chegar ao seu quarto de noite. Você pensará 2 vezes antes de apagar a luz para dormir… hehehe. Enfim, mais um medo para se vencer. Mais uma vitória ! Pois o filme faz isso com você… te deixa um pouco nóia. Mas é passageiro, assim como todas as coisas na vida…

O Teatro Mágico

Como fazer pra descrever sensações? Essa parece ser a parte mais difícil. Pois bem, tentarei. Ao entrar no local do Show, achei estranho… senti que estava em meio a pessoas diferentes. Não sei explicar ao certo. Enfim, vi que já haviam começado a música. Fui lá, no meio do povão, procurei um lugar para assistir. Acomodados, eu e minha querida começamos a nos sintonizar ao show. Só sei que depois de um tempo, eu já estava acompanhando as musicas, curtindo o som, vendo os malabares e viajando na poesia. E me surpreendi. O Teatro Mágico é um grupo cativante de artistas. As músicas são feitas com muito sentimento, diria até um carinho especial. Tem uma mensagem muito boa, alto astral, reflexiva, positiva. A troca de energia músico-público é muito boa. É uma espetáculo diferente, pois integra muito bem a música, a poesia, o teatro e o circo. Mas estou me limitando a detalhes técnicos, a palavras e descrições. O que importa são as sensações.

Tentarei me lembrar… senti-me feliz por estar ali, contentei-me por sentir aquelas boas vibrações, aquela energia bela a fluir no ambiente, senti um amor gigantesco pela minha querida garota… aquela momento foi muito especial, ali, dançando ao ritmo do som, com ela, e tocando seus cabelos, e relaxando completamente… “Ana e o Mar”, “O anjo mais velho”, “Realejo”… sucessivamente, as musicas foram se seguindo, a alegria contagiante, a integraçao publico-banda aumentando, e ao final parecia explodir. 😀

Ah e as musicas agitadoras de publico ! Aquelas que levantam a poeira, chacoalha tudo e agita a bodega ! HAHA ! “Camarada D’Água”, “Zazulejo”, “Separô”…. muito dahora, eu cantando gritando que nem um doido, batendo palmas com a galera… show mesmo !


É, foi um FDS memorável. Já é uma ótima lembrança. Não vejo a hora de ter outro igual logo =D

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